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	<title>Arquivos Contábilidade - Barboza Ribas Contabilidade</title>
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	<title>Arquivos Contábilidade - Barboza Ribas Contabilidade</title>
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	<item>
		<title>MP 936 – O que muda para os trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Black Flag Publicidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 15:21:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Contábilidade]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal irá custear, com recursos da União, o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, que será pago em duas hipóteses:</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>

O governo federal irá custear, com recursos da União, o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, que será pago em duas hipóteses:

</p>



<p><strong>Redução proporcional de jornada de
trabalho e salário</strong>: o governo custeia parte do
salário dos empregados da empresa por um período de tempo predeterminado,
proporcionalmente à redução da jornada, de acordo com o valor mensal do
seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito caso fosse demitido.</p>



<p><strong>Suspensão temporária do contrato de
trabalho:</strong>&nbsp;o governo realiza o pagamento
do benefício aos empregados da empresa por um período de tempo predeterminado,
de acordo com o valor mensal do seguro-desemprego a que o empregado teria
direito caso fosse demitido. O benefício, nesta situação, é pago sob duas
perspectivas:</p>



<p><strong>1 –</strong>&nbsp;Caso a empresa tenha auferido, em 2019, receita
bruta superior a R$4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), o
governo paga 70% do seguro-desemprego a que o empregado teria direito, e a empresa
paga os 30% restantes.</p>



<p><strong>2 –</strong>&nbsp;Caso a empresa tenha auferido, em 2019, receita bruta inferior a R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), o governo paga 100% do valor do seguro-desemprego a que o empregado teria direito.</p>



<p>Perceberam? A base de cálculo do
benefício é o SEGURO-DESEMPREGO, e NÃO o seu salário atual.</p>



<p>Este benefício não se aplica aos
órgãos da administração pública direta e indireta.</p>



<p>Trata-se de uma opção do
empregador: este Programa não tem natureza compulsória.</p>



<p>Caso o benefício seja pago
indevidamente, os créditos decorrentes serão inscritos em dívida ativa da
União.</p>



<p>O pagamento do benefício não impede
que o empregado receba seguro-desemprego em eventual demissão sem justa causa
no futuro, nem seu valor será nele abatido.</p>



<p>Não são exigidos por parte do
empregado, para o repasse do benefício, o cumprimento de qualquer período
aquisitivo, tempo de vínculo empregatício ou número de salários recebidos. Ou
seja, mesmo que o funcionário tenha 1 (um) mês de casa, poderá recebê-lo.</p>



<p>O benefício poderá ser cumulado com
ajuda compensatória mensal por parte do empregador, a qual terá natureza
indenizatória e, consequentemente, não integrará a base de cálculo de qualquer
parcela salarial / previdenciária.</p>



<p>Trabalhadores exercendo contratos
de aprendizagem (estagiários) e trabalhadores que cumprem jornadas parciais
também têm direito ao benefício.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>QUEM NÃO TERÁ DIREITO AO BENEFÍCIO</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Servidores e empregados públicos;</li><li>Trabalhador que esteja recebendo benefício de prestação continuada do RGPS;</li><li>Trabalhador que esteja recebendo seguro-desemprego;</li><li>Trabalhador que esteja recebendo bolsa de qualificação profissional.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>REDUÇÃO PROPORCIONAL DE JORNADA DE
TRABALHO E DE SALÁRIO</strong></h3>



<p>Apenas durante o estado de
calamidade pública proveniente da covid-19, o empresário poderá, através de
acordo individual escrito, reduzir proporcionalmente a jornada de trabalho e de
salário de seus funcionários, preservando o valor do salário-hora de trabalho.
Ou seja, se a carga horária do trabalhador for reduzida em 50%, o salário
também sofrerá esta redução (mas o governo fará o complemento proporcional aos
outros 50% de acordo com o seguro-desemprego, lembram-se?).</p>



<p>A redução da jornada deverá
obedecer a três percentuais: 25%, 50% ou 75%. Entretanto, convenção ou acordo coletivo
poderão estabelecer percentuais de redução de jornada e salário diversos
destes.</p>



<p>O acordo entre patrão e empregado
poderá prever o prazo em que se dará a redução de jornada, desde que não
ultrapasse 90 dias, e a jornada original deverá ser restabelecida dentro de
dois dias após o término do estado de calamidade pública, do término da data
estabelecida no acordo escrito ou na data de comunicação do empregador ao
empregado da decisão de antecipar o fim do período de redução pactuado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DO CONTRATO DE
TRABALHO</strong></h3>



<p>Apenas durante o estado de
calamidade pública proveniente da covid-19, o empresário poderá, através de
acordo individual escrito, suspender temporariamente o contrato de trabalho de
seus empregados pelo prazo máximo de 60 dias, que pode ser dividido em dois
períodos de 30 dias.</p>



<p>Durante esse período, o empregado
continuará tendo direito a receber todos os benefícios que a empresa oferece
(plano de saúde, por exemplo) e poderá também contribuir para a Previdência na
qualidade de segurado facultativo (já que a empresa não fará esse recolhimento
durante a suspensão do contrato).</p>



<p>O empresário deverá tomar muito
cuidado durante esse período, pois, se ficar comprovado que o empregado exerceu
qualquer atividade que denote prestação de serviço para a empresa, restará
descaracterizada a suspensão temporária do contrato de trabalho, ficando
sujeito ao pagamento imediato da remuneração devida, além das diversas sanções
previstas em lei e acordos coletivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>OPERACIONALIZAÇÃO DO BENEFÍCIO</strong></h3>



<p>A MP 936 apenas instituiu o
Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda e estabeleceu normas
gerais de seu repasse, cabendo ao Ministério da Economia a publicação de ato
normativo (provavelmente resolução) descrevendo os procedimentos de transmissão
das informações, por parte do empregador, e de concessão e pagamento em si do
benefício por parte do governo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>GARANTIA PROVISÓRIA DE EMPREGO</strong></h3>



<p>O empregado que receber o Benefício
Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda terá garantida a estabilidade
(não poderá ser demitido) durante o período acordado de redução de jornada de
trabalho ou de suspensão temporária do contrato de trabalho, e por período
equivalente e este, após o seu término.</p>



<p>EX: Imagine que um empregado
acordou com seu empregador que ficará dois meses com seu contrato suspenso.
Neste período, e durante os dois meses seguintes, o empregador não poderá
demiti-lo sem justa, sob pena de ter que pagar os valores estabelecidos no §1º
do art. 10 da MP, além de todas as parcelas rescisórias previstas na legislação
trabalhista em vigor.</p>



<p>Lembrando que a garantia provisória
no emprego não é válida para a demissão a pedido ou por justa causa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>PRAZOS</strong></h3>



<p>Vamos compilar os principais prazos
trazidos pela MP:</p>



<p>Transmissão das informações de
início da redução da jornada ou suspensão temporária do contrato de trabalho,
por parte do empregador, ao Ministério da Economia: 10 DIAS, a contar da data
de celebração do acordo.</p>



<p>Pagamento da primeira parcela do
benefício: 30 DIAS, a contar da data da celebração do acordo, e desde que o
prazo de 10 DIAS para a transmissão das informações ao Ministério da Economia
seja cumprido.</p>



<p>Redução proporcional da jornada de
trabalho e de salário: poderá ser acordada por até 90 DIAS.</p>



<p>Suspensão temporária do contrato de
trabalho dos empregados: poderá ser pactuada por até 60 DIAS (pode ser
fracionada em até dois períodos de 30 DIAS).</p>



<p>Acordos individuais de redução de
jornada de trabalho e de salário ou de suspensão temporário do contrato de
trabalho deverão ser comunicados pelos empregadores ao respectivo sindicato
laboral em até 10 DIAS corridos, a contar da data de sua celebração.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>EMPREGADO INTERMITENTE</strong></h3>



<p>A Lei nº 13.467/2017 alterou a
redação do caput do art. 443 da CLT, introduzindo o §3º, que trouxe a conceituação
da categoria trabalho intermitente, no qual a prestação de serviços, com
subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de
prestação de serviços e de inatividade.</p>



<p>A MP 936 trouxe uma garantia
diferenciada para esta classe de trabalhadores, que farão jus ao benefício
emergencial mensal no valor de R$600,00 pelo período de três meses, sendo que
não poderá haver acúmulo com o pagamento de qualquer outro benefício
emergencial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>ACORDO INDIVIDUAL OU COLETIVO?</strong></h3>



<p>Tanto a redução proporcional de
jornada de trabalho e salário quanto a suspensão temporária do contrato de
trabalho serão implementadas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>VIA ACORDO INDIVIDUAL OU COLETIVO aos empregados com salário igual ou inferior a R$ 3.135,00 (três mil cento e trinta e cinco reais) ou portadores de diploma superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do RGPS (R$ 12.202, 12)</li><li>APENAS VIA ACORDO COLETIVO aos empregados não enquadrados nas hipóteses acima, RESSALVADO o caso da redução de jornada de trabalho e de salário de 25%, que poderá ser pactuada por ACORDO INDIVIDUAL.</li></ul>



<p>Por fim, o empregador que optar
pela percepção do benefício deverá estar muito atento a todas as normas desta
Medida Provisória, uma vez que caso sejam constatadas quaisquer irregularidades
pela Auditoria Fiscal do Trabalho, a empresa ficará sujeita a multas previstas
na CLT que, com toda certeza, acarretarão uma situação de caixa mais caótica do
que a encontrada no início da crise.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Abertura de empresas &#8211; Por que a contabilidade é tão importante?</title>
		<link>http://barbozaribas.com.br/contabil/por-que-a-contabilidade-e-importante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Black Flag Publicidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:08:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Contábilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora seja o sonho de muitos, abrir a própria empresa é um grande desafio, afinal, toda a parte administrativa será de responsabilidade do dono. Portanto, além de contar com profissionais e empresas que entendam sobre o assunto, é importante ter o amparo da contabilidade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>

Embora seja o sonho de muitos, abrir a própria empresa é um grande desafio, afinal, toda a parte administrativa será de responsabilidade do dono. Portanto, além de contar com profissionais e empresas que entendam sobre o assunto, é importante ter o amparo da contabilidade.

</p>



<p>Considerando que muitas pessoas não possuem o conhecimento adequado
sobre questões fiscais, trabalhistas, tributárias e demais obrigações
financeiras, torna-se fundamental o apoio da contabilidade.</p>



<p>Confira a seguir por que a contabilidade é tão importante e quais
as principais funções dela dentro da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Antes da abertura</strong></h3>



<p>É importante contar com profissionais da área antes mesmo de abrir
a empresa, pois são que ajudarão a contabilizar os gastos, incluindo aqueles
que acabam não sendo lembrados – como taxas e custos com funcionários e
fiscalização. Apenas após colocar todos os gastos e ganhos na balança, será
possível analisar investir na empresa ou não.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Durante
a abertura</strong></h3>



<p>Durante a abertura da empresa ou negócio próprio, o contador
assegurará que todos os procedimentos sejam feitos dentro da legalidade. Desde
o registro da empresa, até a definição correta do ramo de atividade e
obrigações tributárias, tudo será responsabilidade da contabilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Após a abertura</strong></h3>



<p>No funcionamento de uma empresa, após a abertura, são diversos os
serviços prestados pelos profissionais de contabilidade, como por exemplo:
relatórios, balanços, declaração de imposto de renda, além de sanarem dúvidas
sobre emissão de NFs, impostos e outros.</p>



<p>Com a coleta correta de informações por parte da contabilidade,
torna-se possível gerar relatórios que poderão ser usados como base para tomada
de decisões por parte do empreendedor, como análises de gastos e investimentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Simplifique seu dia a dia</strong></h3>



<p>Vale lembrar que, como a maioria dos relatórios contábeis são
técnicos, é importante contar com a contabilidade para simplificar e facilitar
o entendimento por parte do empreendedor ou gestor. Assim, a tomada de decisões
pode ser mais rápida e acertada.</p>



<p>Com a parte financeira regularizada e organizada por um contador,
o empreendedor torna-se capaz de otimizar seu tempo, investindo apenas no
crescimento da empresa.</p>



<p>Para isso, conte com a Barboza Ribas. Estamos preparados para
cuidar do seu negócio, para que você invista no que realmente importa: seu
sucesso.</p>



<p>Entre em <a href="http://barbozaribas.com.br/contato/">contato</a> conosco. Estamos aguardando você!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Demissão por justa causa: quando aplicar?</title>
		<link>http://barbozaribas.com.br/contabil/demissao-por-justa-causa-quando-aplicar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Black Flag Publicidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 16:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Contábilidade]]></category>
		<category><![CDATA[demissão justa causa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><em>A demissão por justa causa é a punição máximo do empregador para com o empregado, o qual deve ter culpa comprovada e/ou ter agido de má fé.</em></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A demissão por justa causa é a punição máximo do empregador para com o empregado, o qual deve ter culpa comprovada e/ou ter agido de má fé.</em></p>



<p>Caracteriza-se como demissão por justa causa aquela em que possui alguma justificativa prevista em lei. Esse tipo de demissão isenta o empregador de dar o aviso prévio e de pagar alguns direitos trabalhistas. </p>



<p>Segundo o Artigo n° 482
da CLT, são consideradas faltas passíveis de justa causa:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ato de Improbidade</strong></h4>



<p>É toda ação ou omissão
desonesta por parte do empregado, que expõe abuso de confiança, desonestidade,
má fé ou fraude. São exemplos: furtos e adulteração de documentos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Incontinência de conduta
ou Mau Procedimento</strong></h4>



<p>A incontinência de
conduta é o desvirtuamento do comportamento do empregado, acompanhado de
motivação relacionada à sexualidade. São exemplos condutas libertinas, atos
obscenos, pornografia e assédio sexual.</p>



<p>O mau procedimento trata
de atitudes desrespeitosas e incorretas que violem as regras da empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Negociação habitual</strong></h4>



<p>Acontece quando o
empregado exerce, de forma habitual e sem autorização do empregador, atividade
concorrente — no mesmo ramo — ou que, ainda que não concorrente, seja
prejudicial ao exercício de sua função na empresa.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ato de indisciplina ou
de insubordinação</strong></h4>



<p>A indisciplina ocorre
quando o empregado desrespeita as normas gerais da empresa e/ou deixa de
cumprir regulamentos da empresa pertinentes à sua função.</p>



<p>Já a insubordinação,
embora parecida com a indisciplina, acontece quando o empregado não cumpre uma
ordem dada diretamente à ele por um de seus superiores. Caso o ordem tenha sido
dada à todos os funcionários, caracteriza-se como indisciplina.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Violação de segredo da
empresa</strong></h4>



<p>O ato
de violação de segredo da empresa ocorre se o funcionário transmitir a outrem
informações sigilosas e/ou sem a autorização do empregador. São consideradas
informações sigilosas projetos, fórmulas, patentes, métodos e tudo aquilo que,
com a devida segurança, não faz parte do conhecimento do público, mas que o
empregado tem acesso.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Desídia no desempenho
das respectivas funções</strong></h4>



<p>Caracteriza-se desídia no desempenho das funções a conduta do empregado em executar suas atividades com preguiça, má vontade, desleixo, desatenção ou sem o zelo apropriado. Desídia também pode ser o conjunto de pequenas faltas que demonstrem a indiferença do empregado em relação aos serviços atribuídos a ele.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Outras faltas passíveis de justa causa abordadas na CLT:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena;</li><li>embriaguez habitual ou em serviço;</li><li>abandono de emprego;</li><li>ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;</li><li>ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;</li><li>prática constante de jogos de azar;</li><li>perda da habilitação ou dos requisitos estabelecidos em lei para o exercício da profissão, em decorrência de conduta dolosa do empregado.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Direitos do empregado</strong></h3>



<p>No caso de demissão por justa causa, o empregado perderá o direito ao aviso-prévio, às férias proporcionais, ao 13º salário proporcional, à indenização corresponde a 40% do FGTS, a sacar o FGTS e a receber o seguro-desemprego. Portanto, o empregado receberá apenas o saldo de salário dos dias trabalhados, férias vencidas, acrescidas de um terço de seu valor, salário família (quando houver) e o deposito do FGTS do mês da rescisão.</p>



<p></p>



<p></p>



<p>É importante lembrar que a justa causa deve, sempre, ser comprovada, além de ser caracterizada pela gravidade, imediação e atualidade. Ou seja, o motivo da demissão por justa causa deve ser atual e grave, conforme previsto em lei.</p>



<p>Ficou com alguma dúvida? É só entrar em contato com a equipe da <a href="http://barbozaribas.com.br/contato/">Barboza Ribas Contabilidade</a>. Até mais! </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Balanço Patrimonial – Qual a importância para uma empresa?</title>
		<link>http://barbozaribas.com.br/contabil/balanco-patrimonial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Black Flag Publicidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2019 14:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[balanço patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer um balanço patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Contábilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://barbozaribas.com.br/?p=159</guid>

					<description><![CDATA[<p>O balanço patrimonial é uma ferramenta de extrema importância para qualquer organização, uma vez que o documento mostra a exata realidade financeira do negócio. Além disso, seu formato resumido é de fácil compreensão, apesar de ser um relatório contábil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O balanço patrimonial é uma ferramenta de extrema importância para qualquer organização, uma vez que o documento mostra a exata realidade financeira do negócio. Além disso, seu formato resumido é de fácil compreensão, apesar de ser um relatório contábil</p>



<p>Entenda a seguir
por que o balanço patrimonial é tão importante para empresas e como pode ajudar
os gestores a tomar decisões mais acertadas a partir dele.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, qual
a importância do balanço patrimonial?</strong></h3>



<p>Apesar de ser
obrigatório, ele não serve apenas para cumprir exigências legais, mas para
demonstrar para onde está indo o dinheiro, por exemplo.</p>



<p>Baseados nesse
documento, os gestores são capazes de fazer uma série de análises financeiras
da situação atual do negócio e assim ditar os rumos da empresa.</p>



<p>A ferramenta é
importante ainda na redução de custos e na administração de riscos, sendo
possível planejar o parcelamento de dívidas, evitar processos judiciais e administrativos,
etc.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que o resultado
demonstra?</strong></h3>



<p>O resultado do
balanço aponta todos os valores monetários existentes, organizados basicamente
no que a empresa possui disponível no momento. Dessa forma, é possível analisar
o quanto possui de estoque, dívidas com fornecedores, empréstimos e qualquer
outro item que possa ser mensurado e que tenha comprovação correta perante a
legislação. A partir daí, o gestor tem duas visões claras sobre a situação da
empresa: a visão patrimonial e a visão de recursos em investimento.</p>



<p>A visão
patrimonial mostra todos os bens, direitos e obrigação da empresa com terceiros.
Já a visão de recursos em investimento é a projeção de rentabilidade do
negócio, que permite ver onde estão sendo feitos os investimentos da empresa e
onde é mais vantajoso direcionar os recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando é obrigatório?</strong></h3>



<p>O balanço
patrimonial é obrigatório por lei e está previsto no art. 1.179 do Código Civil.
Além disso, as normas do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) também
declaram o documento como obrigatório.</p>



<p>Todas as empresas devem elaborar o
seu balanço patrimonial, inclusive aquelas que optam pelo&nbsp;Simples
Nacional, com exceção somente para o pequeno empresário e o empresário rural ao
qual se refere no&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm">art. 970 do Código Civil</a>, sendo o primeiro com receita bruta anual de até 36 mil ao
ano. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Estrutura de um balanço patrimonial</strong><strong></strong></h3>



<p>A estrutura está definida na Lei das S.As (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L6404compilada.htm">Lei 6.404/76</a>), que determina que o documento é dividido em três partes: ativo, passivo e patrimônio líquido.</p>



<p><strong>O ativo</strong><strong></strong></p>



<p>O ativo envolve todos os bens, direitos e
demais recursos já aplicados pela empresa para gerar benefícios econômicos
futuros. Na prática, são os investimentos que o negócio realiza para obter
lucro.</p>



<p><strong>O passivo</strong><strong></strong></p>



<p>O passivo se trata das contas destinadas
ao cumprimento das obrigações com terceiros. Assim como acontece com o ativo, é
dividido em circulante e não circulante.</p>



<p><strong>O patrimônio líquido</strong></p>



<p>Compreende os recursos próprios da
empresa. Em outras palavras: representa a diferença entre o valor do ativo e o
valor do passivo.</p>



<p>É formado pelos chamados:<strong></strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Capital social;</li><li>Reservas de capital;</li><li>Ajustes de avaliação patrimonial;</li><li>Reservas de lucros;</li><li>Ações em tesouraria;</li><li>Prejuízos acumulados.</li></ul>



<p>Quando o
ativo é maior do que o passivo temos o patrimônio líquido. Quando ocorre o
contrário, o resultado é chamado de passivo a descoberto. Nestes casos, a
expressão deve substituir a de patrimônio líquido no balanço social.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como fazer um balanço patrimonial</strong><strong></strong></h3>



<p>O documento é feito a partir da reunião de todos os lançamentos contábeis realizados durante o ano. Como existe uma complexidade técnica em sua elaboração, as empresas geralmente optam pelos serviços de um contador qualificado para apresentar um estudo preciso, sem erros contábeis.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/qual-a-importancia-do-balanco-patrimonial-para-uma-empresa/">Jornal Contábil</a></p>
<p>O post <a href="http://barbozaribas.com.br/contabil/balanco-patrimonial/">Balanço Patrimonial – Qual a importância para uma empresa?</a> apareceu primeiro em <a href="http://barbozaribas.com.br">Barboza Ribas Contabilidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os 6 erros contábeis que mais prejudicam as empresas</title>
		<link>http://barbozaribas.com.br/contabil/os-6-erros-contabeis-que-mais-prejudicam-as-empresas/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 19:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Contábilidade]]></category>
		<category><![CDATA[erros contábeis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que a contabilidade é uma parte dos negócios ainda muito<br />
complexa para a maioria dos empreendedores. Além disso, os erros contábeis podem<br />
causar grandes problemas às empresas e afetar diretamente seu desenvolvimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sabemos que a contabilidade é uma parte dos negócios ainda muito
complexa para a maioria dos empreendedores. Além disso, os erros contábeis podem
causar grandes problemas às empresas e afetar diretamente seu desenvolvimento.</p>



<p>Conheça a seguir os principais erros contábeis e como você pode evitá-los. Boa leitura!</p>



<p>1- <strong>Fazer os cálculos errados</strong></p>



<p>Erros de digitação ao realizar os registros nos livros contábeis por falta de atenção e sem revisão são comuns e podem desencadear outros erros, mesmo utilizando sistemas financeiros automáticos. Isso pode gerar problemas maiores e mais difíceis de serem resolvidos</p>



<p>2- <strong>Deixar de utilizar os relatórios como ferramentas importantes para o negócio</strong></p>



<p>Mais do que
atender à normas fiscais, a contabilidade é uma maneira importante de trazer
respostas à questionamentos que podem interferir na tomada de decisões estratégicas
do empreendedor.</p>



<p>Assim, os relatórios tornam-se essenciais para avaliar a rentabilidade do negócio, contas a pagar e a receber, além de apontar onde podem estar os problemas, permitindo a elaboração de um plano para resolvê-los.</p>



<p>3- <strong>Não realizar o pagamento de tributos adequadamente</strong></p>



<p>Com a alta carga tributária do Brasil, muitas vezes os pagamentos dos diversos impostos, taxas e outras contribuições são esquecidos ou quitados com atrasos. Isso pode gerar multas e até penalidades que podem resultar no encerramento das atividades da empresa.</p>



<p>4- <strong>Não implementar uma gestão de documentos eficaz</strong></p>



<p>Mesmo com o
avanço digital e a possibilidade do os documentos serem digitalizados, os
arquivos em papel ainda possuem grande importância para ajudar a esclarecer
erros ou incoerências. Dessa forma, eles precisam ser bem armazenados e
organizados.</p>



<p>Além disso, a Receita Federal pode vir a solicitar alguns documentos para não considerarem as deduções erradas, o que pode resultar em alteração nos valores de impostos e geração de multas.</p>



<p>5- <strong>Misturar finanças pessoais com as finanças da empresa</strong></p>



<p>Aqui está um dos erros contábeis mais comuns praticados pelos empreendedores: misturar as finanças particulares com as empresariais. Para manter as operações do negócio é imprescindível separar as finanças. Assim é possível identificar o que é utilizado na empresa ou para fins pessoas e, também, não há uma falsa impressão dos valores da companhia, o que poderia atrapalhar o crescimento sustentável.</p>



<p>6- <strong>Emitir notas fiscais de forma equivocada</strong></p>



<p>Muitas vezes, a
falta de conhecimento e experiência podem gerar muitos erros na emissão de
notas fiscais eletrônicas e causar grandes prejuízos. Organizações que vendem
produtos e prestam serviços em todo o país, por exemplo, podem estar
desatualizadas quanto às especificidades das alíquotas e impostos de cada região.</p>



<p>Agora que você já sabe quais são os principais erros contábeis, é importante saber também que muitos deles podem ser evitados com o auxílio de um profissional contábil qualificado, facilitando a resolução rápido de eventuais problemas. </p>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/os-6-erros-contabeis-que-mais-prejudicam-as-empresas/">Jornal Contábil</a></p>
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